Compositor: Gabriel Rodrigues, Lucas A.r.t., Pedro Alvez
Ainda que eles me prendam
Ou que me selam
Um feiticeiro quando retorna
Traz a luz
Chegou sua hora, Sukuna
De pagar por Shibuya
Sou eu quem vai te mandar de volta
Pras trevas
Haha, olha quem voltou
Na minha tábua de cortar
O metido a professor
Vai ser uma honra te matar
Sei que cê tá confiante
Mas a surra é como antes
Eu que sou o campeão
Você é só um desafiante
Consegue sentir
Minha energia amaldiçoada?
Com o corpo do Megumi
Arranco seu sorriso da cara
Já que seu sonho é me enfrentar
Vou te dar um tempo pra treinar
Você não cansa de apanhar?
Nesse mundo cê não vai reinar
Vou te mostrar o que eu
Aprendi em mil anos
Se pro inferno vamos
Então que seja lutando
Hoje o céu vai sangrar
Como a alma de um feiticeiro
Seu nascimento foi uma maldição
Que travou nosso duelo
E mesmo se você me matar
Minha história nunca morrerá
Porque eu vou te buscar e te caçar
Até a porra do inferno
Eu sou um vulcão
E olha que eu nem tô falando do jogo
Já que eu matei ele
Com a flecha de fogo
Orgulhoso está com medo
E não assume
Te bato com o corpo do seu aluno
Não é, Megumi?
Então, veja minha energia crescer
O meu poder em duzentos por cento
Escolha pra qual deseja morrer
Pro azul, roxo ou o vermelho?
E quando se carrega o fardo de ser invencível
Te torna um feiticeiro que nem chega no meu nível
Possui o Rikugan e mesmo assim é previsível
Então dê um passo a frente que é acerto garantido
Eu nem preciso chegar no meu limite
Você me causou dano, mas só na superfície
Sua técnica é fraca e ela não me atinge
Se o assunto for porrada, é só domínio simples
Expansão de Domínio
Em Shinjuku, mais um extermínio
Pode ficar intangível
Eu corto o seu pescoço, Gojo
Expansão de Domínio
O Vazio Roxo Infinito
Usando a Maldição Reversa
Te bato de novo, Sukuna
Enquanto cê brincava
A roda girava
E se adaptava
Se ajoelhe ao General Mahoraga, Gojo
Eu cansei, vocês três sabem bem
Que mesmo juntos não peitam comigo
O Roxo Irrestrito
Sukuna
Pra onde foi seu sorriso?
Achou mesmo que tinha vencido?
Mesmo sem um braço, fiz o Mahoraga cortar o seu corpo
E foi assim que eu matei Satoru Gojo
E quando se esvair a confiança
O que vai ser?
E quando fechar os seus os olhos
O que vai ver?
Eu vejo a face de quem havia esquecido
Reencontrei Geto, Nanami, velhos amigos
Entrei num voo, mas dessa vez sem destino
Enfim, entendi que o sul havia escolhido
Satoru Gojo
Nosso respeito é mútuo
Foi uma honra
Lutar com o maior feiticeiro do mundo
Nunca existiu uma batalha
Dessas em mil anos
Nos vemos em outro plano
Finalmente o meu descanso
Hoje o céu vai sangrar
Como a alma de um feiticeiro
Seu nascimento foi uma maldição
Que travou nosso duelo
E mesmo se você me matar
Minha história nunca morrerá
Porque eu vou te buscar e te caçar
Até a porra do inferno